Artigo: Um suíco chamado Ernst Götsch

Dando seguimento ao princípio que acreditamos e aderimos, postado anteriormente, seguiremos com vivos exemplos que fazem frente, sem maiores críticas; trabalhando pela ampliação das florestas em crescimento, voltada para a produção de alimentos e mudança de vida de seus trabalhadores.

Exemplos conscienciais de verdadeira mudança, praticando a edificação das agroflorestas que muito acreditamos, merecem, além dos chamados “créditos de carbono”, os nossos créditos de amor, pois passam a amar o que fazem e fazem melhorar e dinamizar o meio e outras consciências mais.

…”vamos tentar… buscar a nossa função e, movidos pelo prazer interno”.

E recebemos, através do “Apiário Frotté” (que nos fornece o mel do Morgenlicht), pelo Rivanei, a figura referência de Ernst Götsch, que tem influenciado outros plantadores a voltarem à Vida por funções naturais que existiam naquelas terras. Vejam este curto trailer, de Dayane Andrade e Felipe Pasini, que merece ser visto na maior resolução (720) e tela cheia, dado à Beleza que nos toca… 

                        pequena Biografia:

Natural de Raperswilen TG, Ernst Götsch nasceu em 1948, numa família de agricultores. Desde menino nutria o amor pelas florestas.

Suíco, Ernst Gotsch  mudou-se para o Brasil na década de 80, e trabalha desde então em sua fazenda com a implantação de agroflorestas, fundamentadas na Sucessão Natural de Espécies e que propiciam a recuperação dos solos trabalhados.

Aos 36 anos vem para o Brasil, com sua companheira alemã e cinco filhos pequenos. Administrador de uma fazenda no sul da Bahia, implantou agroflorestas em terras degradadas, tendo o cacau como cultura principal.

Com a crise do cacau, o proprietário põe a fazenda à venda. Em 1997, Ernst e sua família compram a Fazenda Fugidos, hoje Olhos d’Água, parte da Reserva da Biosfera, numa região de Mata Atlântica cada vez mais escassa.

Por meio de um modelo de agricultura que prescinde de insumos externos,
Ernst Gotsch reflorestou 480 hectares de área degradada no sul da Bahia.

A fazenda desenvolveu seu próprio microclima,
14 nascentes  foram recuperadas e
a fauna repopulou o lugar.

O efeito extra de sua intervenção é a colheita agrícola.
O experimento tem sido disseminado e adaptado a diferentes regiões e climas nos últimos 30 anos.

Neste modelo de agrofloresta, o insumo mais importante é o conhecimento.

Autodidata, ele interage com a floresta, uma planta ou animal com empatia e paixão.
Tenta compreender a dinâmica complexa do planeta e estabelecer novas relações com a natureza.
Com incrível capacidade de abstrair, desenvolve experimentos em sua fazenda e em diferentes biomas e propõe sistemas agroflorestais que permitem alta produção sem danos à biodiversidade. Seu trabalho, que transcende a perspectiva agrícola ou ambiental e aponta para os caminhos da sustentabilidade, tem sido objeto de estudos, apresentado em congressos, registrado em vídeos, livros e artigos. Seus exemplos geram ecologia no sistema próximo que convive:

E assim constatado, ecologia produz a volta à consciência, e esta traz de volta a educação em novas bases; reformulada pela própria experiência. Além da Ética que se forma, o espaço físico, solo, vegetação, a natureza também:

Finalizamos, nestes vídeos de Felipe Pazini, Mônica Soffiatti e Ilana Nina, deixando o curto questionamento de Ernst Götsch sobre a nossa atuação no processo produtivo ao futuro, ativa ou passivamente: Aquecimento global, queima de petróleo abusiva, desmatamento fora da ordem natural, utilização de tudo que extraímos da natureza:

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